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Em busca de sucesso, esportistas imitam executivos
O coaching já é um processo muito conhecido e utilizado no mundo empresarial. São vários os motivos que fazem executivos buscarem apoio nessa ferramenta, como auxílio para definição de metas, melhor capacitação para assumir postos de liderança e dar feedback, entre outros.
E os esportistas, assim como profissionais de qualquer área, também necessitam de ajuda e passam a fazer cada vez mais uso do coaching. Na Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), é comum a procura de atletas pelo serviço.
“O coaching esportivo vem crescendo no Brasil e auxiliando muitos profissionais a alcançarem altos rendimentos”, explica o presidente da SLAC, Sulivan França.
De acordo com o especialista, o coach (profissional que aplica o coaching) pode auxiliar o esportista a definir metas ou lidar com situações difíceis.
“Mas as respostas sempre estão dentro de cada um. O coach, com sua experiência e capacidade, consegue fazer o cliente buscar essas respostas durante o processo e o auxilia na organização dos objetivos.”
Caso de sucesso
O piloto de paraglider Cristiano Ricci foi um que recorreu ao coaching após sua insatisfação com resultados em campeonatos.
“Não foram poucas as vezes em que estive com a faca e o queijo na mão e deixei a oportunidade escapar. E, em cada uma dessas situações, me questionava: o que acontece que não consigo ter um resultado satisfatório?”, diz Ricci.
O esportista conheceu seu atual coach, Mike Oliveira, que o convenceu a experimentar o coaching. “Eu entendi na hora que era aquilo que eu procurara por tanto tempo. Começamos então a trabalhar e a primeira coisa que fizemos foi identificar e focar nos resultados que eu queria a curto, médio e longo prazos.”
De acordo com o coach, o trabalho desenvolvido com Cristiano Ricci contou com pilares do Coaching. “O atleta buscava a vitória e através do coaching ele pôde realmente entender o que significa a vitória para ele. Além disso, ele viu os recursos que possui e os outros que precisa para atingir o foco”, afirma Mike Oliveira.
Os resultados, segundo o piloto, já começaram a aparecer durante 11 meses de coaching. “Neste ano o objetivo era ser campeão do Circuito Sul Minério de Paraglider e foi atingido com sucesso. Terminei com 382 pontos de diferença para o segundo colocado, o que no esporte é bastante expressivo.”
As outras metas são o título brasileiro de paraglider, que já está em andamento e no qual Cristiano ocupa o terceiro lugar, e os campeonatos Pan-Americano e Mundial, a longo prazo.
“Estou no caminho do sucesso”, aposta
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